VOZ DE CABEÇA, VOZ DE PEITO, VOZ MODAL: COMO FUNCIONA CADA UMA DELAS?

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voz de cabeça peito modal

O Rock In BH convidou alguns especialistas para abordar o assunto em live. Descubra agora a diferença entre cada uma dessas vozes e qual a importância delas!

Você sabia que existem grandes diferenças e funcionalistas entre a voz de cabeça, voz de peito e voz modal?

Bom, a Fábrica dos Professores vai explicar cada uma delas. Para conferir esse bate-papo super bacana, acesse o link dos cortes abaixo:

Lembrando que este é apenas uma parte do nosso bate-papo – pois agora, o Rock In BH fez cortes dos assuntos que foram abordados durante a live. Mas caso você queira assistir completo, acesse os links a seguir: 

Vídeo 1: https://www.youtube.com/watch?v=MSkWxfxyVno&t=0s 

Vídeo 2: https://www.youtube.com/watch?v=914wvliCb58&t=0s 

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Afinal, qual a diferença entre vozes de cabeça, peito e modal?

No primeiro trecho do vídeo, Raphael Dutra explica que as vozes de cabeça, peito e modal são posições que uma pessoa pode usar ao cantar. Em seguida, o coaching da Fábrica de Vozes usa exemplos para que os espectadores entendam melhor – com ajuda de imagens da boca, garganta e outras partes do corpo. 

Primeiro, ele diz que quando há verticalização da laringe, acaba erguendo o palato mole – que fica no céu da boca – e desce a laringe, usando as ressonâncias de orofaringe – que traz uma voz mais falada – e laringofaringe – que é mais baixa – é o que muito de nós conhecemos como voz de peito. Vale lembrar que ultimamente, não tem se usado muito esse modelo.

Já a voz de cabeça, podemos encontrar a nasofaringe, e o processo é o contrário do anterior: a pessoa ergue o palato mole, erguendo a laringe para a faringe.

Porém, há uma problemática nisso, visto que o português é uma língua mais cultural e baixa, para quem está aprendendo, acaba ficando uma voz mais fanha, anasalada. 

De acordo com Raphael, o termo “voz modal” não é mais utilizado no meio da música. Inclusive, só devemos separar a voz de cabeça e voz de peito.

Além disso, muitos alunos acabam confundindo a antiga “voz modal” com a voz de peito. Para você que está aprendendo a cantar, não confunda os nomes! Os processos são diferentes, e procure o que se encaixa melhor para si – com ajuda dos professores!

Como melhorar essas vozes?

Por fim, foi perguntado se a prática desses acessos é obrigatória no início, e como tudo funciona.

Prontamente, Rapahel disse que sim pois o(a) aluno(a) ganha saúde vocal, além de dar a posição correta para conseguir determinados sons, e não fica com a voz parada.

Ele ressalta que um bom cantor está sempre alternando entre os dois. “A voz humana é modelada”, afirma o coaching. 

Para completar a fala de Raphael, Julia Bortolassi fala que a voz humana não é estática, e diz que muitos alunos homens acham que não tem a “voz de cabeça” e não conseguirão essa ressonância – além de que estão fazendo no lugar errado.

Mas depois de alguns exercícios específicos para elevar a voz de cabeça, ficam surpreendidos com o resultado, e alegam não saber que era possível. 

Treino é fundamental

Depois, Karitas Castro disse que tudo é questão de treino, exercício muscular. “Isso tudo é um trabalho muscular. Se você trabalha a musculatura, ele (no caso, alunos homens) vão conseguir fazer as passagens naturalmente”, diz a convidada.

E Raphael completa: “Vale lembrar que não é difícil”. No final do vídeo, os três afirmam que qualquer pessoa é capaz de fazer, ao menos que tenham alguma limitação. 

Quem quiser acompanhar um pouco mais sobre a rotina dos convidados que estiveram presentes na live, siga-os nas redes sociais: 

Raphael Dutra

Instagram: https://www.instagram.com/raphaeldutra_descomplicanto/ 

Karistas Castro

Instagram: https://www.instagram.com/karitascastrofono/ 

Julia Bortolassi

Instagram: https://www.instagram.com/jubortolassi/ 

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